quinta-feira, janeiro 04, 2007


ousei sonhar e atrevi peguei num lápis e desenhei-te.

e agora meu deus e agora !!!


és ainda mais que algum dia atrevi a sonhar.
nice parabéns a nós

quarta-feira, janeiro 03, 2007

foto de B.Berenika







passem por aqui

quinta-feira, dezembro 28, 2006


38 milhões de estrelinhas festejam entre um mar de tranquilidade, azuis profundos reflexos ternos quentes. Hoje o dia é de festa na via láctea não estranhem se trovejar, é que certas alegrias transbordam entre a humanidade e o celeste, e se acaso chuviscar recolhem essas pérolas, raras são as lágrimas que sorriem, guardem as com cuidado e se souberem apreciem seu sorriso.
que o horizonte azul seja o mar que sonhas. amo-te.

sexta-feira, dezembro 22, 2006


Gostava de vos desejar um Feliz e Santo Natal, cheio de tudo de bom, mas existe sempre um 'mas' qual areia que emperra a engrenagem e tudo empanca. as lágrimas temperaram de manhã o café aquando da leitura do jornal diário visualizei sem quase querer a linha de montagem vazia ... e depois recordei que também tu TIA minha, que hoje é o teu último dia por aí, ao que me leva questionar onde anda o raio do espirito Natalício ...
é que honestamente não partilho o consumismo.
como diz a Caturra Teresinha tenham um bom solstício de inverno sejam Felizes por favor !

terça-feira, dezembro 12, 2006


por vezes as peças tem uma vida própria, os dias correm sem pernas mas correm, a ti que pestanejas e sem saberes sem dares conta dormes e acordas, dia após dia e num dia, no dia exacto em que sempre acreditaste a peça move-se e surge, sim ... tu ... e as peças completam o puzzle, o meu puzzle, o puzzle da minha vida.

sim, colecciono peças, peças únicas e raras, as minhas. eu partilho e colecciono porque só assim esta felicidade faz mais sentido.


um brinde a todas as peças com vida na minha vida!

segunda-feira, dezembro 11, 2006

Reinhard Bachl
noz moscada e mostarda


inconcebível o acto, o de jantar consigo, impensável mas também não o suficiente para perder muito tempo a entende-lo, encarou e agarrou na imagem que tantas vezes dissipava, gostava das luzes dos tons da penumbra, e entrou sentada hesitante entre as cadeiras vazias à volta do circulo de sua mesa, pediu esperou, esperou e petiscou o corte da carne e o doce é sempre um momento agradável, e depois a bebida provocava o efeito inebriante e alguma companhia não fazia esperar, sorria e ria alto, quem sabe alto demais.

agarrada há imagem que já ninguém via, já não perturbava as cadeiras vazias, agora sabia era fácil preenche-las, em sentidos vários e sempre identificados. devidamente traçados.

terça-feira, dezembro 05, 2006







dias
dias de pato
ou,
de o ser

dias e dias
fofinhos
tontinhos
mas até o mais doce patinho
revira a alma
bica e bica
até doer
sangrar a valer

ele tem dias
de pato ser

segunda-feira, dezembro 04, 2006


It's a one time thing
It just happens
A lot
Walk with me
And we will see
What we have got

e o gelo esse
preso numa conjugação passada
cada vez mais distante
de mim
de ti

do nosso nós

quarta-feira, novembro 29, 2006

foto de: B.Berenika
nunca ocorreu ser assim simplesmente feliz, de costas viradas aos dedos em dúvidas cruzados, hoje ocorreu agradecer a todos, aos ausentes e aos presentes, às lágrimas e aos sorrisos, enfim uma perfeita mãos largas, pese traçadas.
aos tiques que leio e habilmente transformo suas palavras em rostos, aos génios e maus génios. a todos sem dó nem piedade, hoje agradecia de coração aberto bem hajam obrigada.
e iria mais longe, provocaria a convite todos restantes seres silenciosos que passeiam, ofereceria a esses igualmente um sorriso a preceito, e nem ousem imaginar despedidas nem tão pouco quadras de épocas festivas que avizinham, ofereço pela simples felicidade que dia a dia tenho sido presenteada.



e a ti
meu Amor,
aquele doce sorriso em nossos olhares contidos.


segunda-feira, novembro 27, 2006

foto de Arne Hoffmann

Há dias em que este peso voa e eu voo com ele, não suporto este olhar, as vozes, a minha voz, e todas as palavras que nela viajam, por isso recolho e fico em silêncio e nem sempre vos ouço.
Dias de não existir, estou sentada, e à minha frente um imenso branco em forma de prato, já não como desde ontem e a fome permanece ausente, alimentas-te do ar sussurra a voz de minha mãe, talvez quem sabe talvez, apenas vejo um branco que ao afastar parece bagos mas de tão perto nem reconheço a forma.
É sempre assim. Para a mesma imagem várias visões, tudo depende da distância e da fome de espírito.

sábado, novembro 25, 2006

foto de indevaneYos
Parabéns meu sonho

que os teus realizem à mesma velocidade dos teus rabiscos, mundos de traços perfeitos, e consigas encher este mundo com toda a tua beleza e magia, quem me dera à mesma velocidade que os imaginas e extraordinariamente desenhas.

Parabéns meu doce anjinho,

Parabéns.


quinta-feira, novembro 23, 2006

fotos de B. Berenika



por um dia
apenas
queria ser alta
suficientemente alta









alcançar rapidamente o dia seguinte ao próximo
antecipar em altura
a ansiedade de um sábado

amo-te tanto
pai

que pena
não ser alta assim.

quarta-feira, novembro 22, 2006

foto de Agnes Agnes

hoje

ausente de cor

amanhã

a saltar entre riscas

porque não suporto

lacuna

/a falha/

hoje quero que domingo seja já

amanhã


terça-feira, novembro 21, 2006

Foto de david Ferraz

repeat alwaYs

o som o mar e Tu, porque aquele é o meu lugar e não foi ao acaso que foi em Setembro, se ao último morri neste fizeste renascer, amo o mar, o movimento, o ar, o som, a areia e os pés, amo a forma como Tu contornas o meu ser em transparente, lês os meus sinais muito antes de sentir invadida, e sorrio como há muito só sorria para o mar.

a isto chamo a.mar, de jeito doce e calmo.


segunda-feira, novembro 20, 2006

foto de malkievicz


vá vem!
pára de brincar às escondidinhas

a vida
é muito mais que isso

vem, volta lá a dar a mão.


sábado, novembro 18, 2006


Uma carta para TI


Tal como te disse ontem, e em dias anteriores a ele, sim abuso nos repeats, são pequenas notas para mim, meros auxiliares de memória, a razão do bonzinho, que a tens, não irá por si só implicar o só, mas a isso teremos de acrescentar o factor tempo. só o tempo te explicará o que cega este actual momento.

hoje festejo ao truelly e ao amazing e a todos os escondidos, uns pela beleza aos outros a fraqueza, sim porque existe sempre um dia de juízo e de nada adianta esconder, por isso tu és especial pela forma como mesmo assim tens sabido contornar a partida brincalhona da vida, os tais 360º graus que um dia bateram à porta e entraram mesmo sem tu a abrires, e retirando o tapete dos teus pés.

A TI. Hoje. beijo-te a alma porque jamais imaginei que caísses assim perfeito. tens as negras normais de quem deu um valente trambolhão. é isso que eu vejo.


Um bem-haja a ti.


e a todos que enchem as almas com muito jeitinho.


sexta-feira, novembro 17, 2006


foto de:sunrise


vá lá, não fujas, deixa-me murmurar nesse ouvido o quanto te quero amar.
vá, vá lá, senão for hoje não passará de ontem meu A.mor

esses teus actos são muito mais que o que ousei sonhar, na noite que nos deixou, a mesma onde esses braços docemente souberam beijar este coração.

como se escreve: Felicidade que percorre nossas veias ?

quinta-feira, novembro 16, 2006

Foto ramez elsaïd



Hoje roubei tudo no MetrO!

sorrisos e malas, conversas e sapatinhos, cumplicidades e abraços!



até aquele sorriso, deus queira que na próxima as pernas descruzem e o sexo do bébé possas saber, sim! adorei esse momento e contigo meus olhos sorriram em alma, igualmente.




Hoje nada escapou naquela carruagem.

quarta-feira, novembro 15, 2006

foto Molly Bloom







falta-me paciência para aturar a rotina

certas
em certos dias

terça-feira, novembro 14, 2006

foto baroni giorgio

PORQUE

certas palavras são um mundo,

e este nunca foi um blog diário


PORQUE

certos gritos são TUDO



A VIDA é um link
PORQUE
nada acontece por acaso
existIRÁ sempre um fio condutor

MESMO QUE INVISÍVEL






segunda-feira, novembro 13, 2006

foto Mark S

olha que entre a luz que espreita entre folhagens, estou sempre por aí, por aqui, à espreita, que importa planear, quando caires logo saberei que te fazer.

sim, odeio-te, letra por letra, como odiar fosse uma palavra suficientemente crescida, desenvolvida, madura capaz de suster todo o desprezo que sinto por ti.

na realidade pergunto, serão as palavras fortes o suficiente para aguentarem o seu significado,

no fundo a sua essência ?

como o azul profundo, onde certos seres morrem e renascem ...


quinta-feira, novembro 09, 2006

foto sweetcharade

memórias

cheiros
o quintal
o alguidar
a água quente
as penas e a ave

o cheiro o som
o sangue e o alguidar

ainda hoje meus filhos, não comem canja de galinha... por mim feita.



porque tudo tem um efeito





domingo, novembro 05, 2006

times
lucky times
mY love



de repente
as páginas voaram
dos dias que suavemente
nem pesaram
de repente
alguém ingenuamente
desencadeia um link directo
ao meu passado
a um doce quintal
cheio de vasos
vasos de brincos de princesa
saudades avó
saudades
suposto seria
nunca ter esquecido
tuas palavras
jamais revelar tudo
os segredos guardar
querida avó
sábia e doces palavras


foto de sweetcharade



estranho
estranho
como só o estranho sabia ser,
porém, enquanto aguardava a boleia do vento,
deliciava a perfeita sintonia do relógio da igreja
peça rara e antiga

estranho o relógio nunca cansar
nem tédio ter
sempre ali às voltas
de voltas atinadas

estranho
são estes tempos de exs
descartáveis memórias
seria a culpa das rajadas
e, o relógio lá estava
no seu compasso passo
atinado ao momento
sem grandes ambições
apenas
feliz verdadeiro.


é como eu, diz o vento
achas que aborreço na minha humilde obrigação
transportar, trazer e levar?

sábado, novembro 04, 2006

foto hello sunrise


observo-te sem dares conta, estás longe distante, contudo presente.
Parabéns meu a.mor pela forma sublime como sufocas fantasmas meus, alimentando habilmente o futuro com um presente normal.
sem saberes subtraí esse sorriso que guardo comigo desde certo jantar. sem eu própria ter dado conta levei de ti esses olhos, os mesmos deitados aqui agora a meu lado.
o relógio marcou 21h30, parou contigo, parou comigo. nosso é o tempo.

sexta-feira, novembro 03, 2006


O oito entrou na sala afina voz debitando vezes sem conta
os benefícios de círculos perfeitos que forma em par
igualmente perfeito todos os números oito.
Todos restantes números escutam e em surdina resmungam
nonsenses.

Foto Diafragma
era como se o doirado da luz proporcionasse os discursos pesados
sentimentos fortes, e todas as partículas escutavam
bebiam e bebiam para além de soberbos infinitos, de oitos deitados.


Era dado o início à época das limpezas e arrumações
o culto da morte deveria ser modificado perder o fado
no fundo as perdas a serem realmente perdas
reflectiam algo que jamais existiu.
e o ciclo fecha perfeito.
Sem rancores sem nada.

Os olhos visualizavam constantemente certas falhas,
o aconchego, relembrava o sorriso no canto direito de frente ao polvo
relembrava os pulos dele e o passar a esquerdo
como num passo de magia, desapareceu
ou porque ainda não era o seu tempo perfeito.
Saber esperar é de facto uma mais valia
mesmo quando nem sabes que o é
e é quando por impulso cedes e aceitas
abres portões.



São horas clap clap clap
consertar é importante e guardar
eliminar o menos possível
arrumar é a palavra de ordem, como um bom coleccionador
uma estante onde vais guardando este e aquele objecto
um livro querido, um CD amigo ou um doce postal
Estás num circo, o megafone anuncia a entrada e saída dos artistas
nas arrumações o mesmo sucede mas o respeito mesmo pelo estragado
é algo que devias não esquecer
e cais no erro denunciando-te sistematicamente
esquecendo que basta uma palavra um número
foi o que a pré arrumação proporcionou ao longo dos séculos
páginas e páginas
nada de novo
nos tempos que correm muito pouco inventamos
tomara ao oito ter um desvio e seguir em linha recta por um dia.


quando menos esperas acordas,
duas e meia da madrugada lá fora um pássaro canta,
estranho reflectes,
quando menos esperas acordas

e reparas como fácil é
apanhar uma palavra um número menos feliz
que cai no chão no mesmo sitio onde um dia
desesperado o tinhas encontrado.
repara como o nó pode
apertar e respirar ou estrangular simplesmente
esse sim é sábio
os espectadores não!
esses coleccionam
como as formigas um bocadinho a todo o instante.
é como a porta que tanto serve para abrir ou fechar
tudo sempre na mão de um número.
e um dia, ainda será dia para saber
que pedra prendeu sistematicamente a engrenagem
vai uma aposta?
mas por hora não
tinha outros assuntos importantes a fazer
e o pássaro de certa forma dizia
a vida não é só isto
não deve ser apenas números
apetecia limpar, arrumar, apagar
deitou-se em pleno chão da cozinha
sempre gostou daquele frio da tijoleira vermelha.

como certo
alguém disse, em horas igualmente avançadas,
as empatias ainda existem
certas, mesmo as ausentes em terras distantes
dizia eu, obrigada amor, tens razão:
são os actos, o alimento dos medos
crescem ou morrem

e o ano era oito
nada estranho até aqui

quinta-feira, novembro 02, 2006

é apenas uma malha de uma meia estragada

apenas uma mais

existem outros buracos piores






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