quinta-feira, dezembro 28, 2006

38 milhões de estrelinhas festejam entre um mar de tranquilidade, azuis profundos reflexos ternos quentes. Hoje o dia é de festa na via láctea não estranhem se trovejar, é que certas alegrias transbordam entre a humanidade e o celeste, e se acaso chuviscar recolhem essas pérolas, raras são as lágrimas que sorriem, guardem as com cuidado e se souberem apreciem seu sorriso.
que o horizonte azul seja o mar que sonhas. amo-te.
sexta-feira, dezembro 22, 2006

Gostava de vos desejar um Feliz e Santo Natal, cheio de tudo de bom, mas existe sempre um 'mas' qual areia que emperra a engrenagem e tudo empanca. as lágrimas temperaram de manhã o café aquando da leitura do jornal diário visualizei sem quase querer a linha de montagem vazia ... e depois recordei que também tu TIA minha, que hoje é o teu último dia por aí, ao que me leva questionar onde anda o raio do espirito Natalício ...
é que honestamente não partilho o consumismo.
como diz a Caturra Teresinha tenham um bom solstício de inverno sejam Felizes por favor !
terça-feira, dezembro 12, 2006

por vezes as peças tem uma vida própria, os dias correm sem pernas mas correm, a ti que pestanejas e sem saberes sem dares conta dormes e acordas, dia após dia e num dia, no dia exacto em que sempre acreditaste a peça move-se e surge, sim ... tu ... e as peças completam o puzzle, o meu puzzle, o puzzle da minha vida.
sim, colecciono peças, peças únicas e raras, as minhas. eu partilho e colecciono porque só assim esta felicidade faz mais sentido.
um brinde a todas as peças com vida na minha vida!
segunda-feira, dezembro 11, 2006
inconcebível o acto, o de jantar consigo, impensável mas também não o suficiente para perder muito tempo a entende-lo, encarou e agarrou na imagem que tantas vezes dissipava, gostava das luzes dos tons da penumbra, e entrou sentada hesitante entre as cadeiras vazias à volta do circulo de sua mesa, pediu esperou, esperou e petiscou o corte da carne e o doce é sempre um momento agradável, e depois a bebida provocava o efeito inebriante e alguma companhia não fazia esperar, sorria e ria alto, quem sabe alto demais.
agarrada há imagem que já ninguém via, já não perturbava as cadeiras vazias, agora sabia era fácil preenche-las, em sentidos vários e sempre identificados. devidamente traçados.
agarrada há imagem que já ninguém via, já não perturbava as cadeiras vazias, agora sabia era fácil preenche-las, em sentidos vários e sempre identificados. devidamente traçados.
terça-feira, dezembro 05, 2006

dias
dias de pato
ou, de o ser
dias e dias
fofinhos
tontinhos
mas até o mais doce patinho
revira a alma
bica e bica
até doer
sangrar a valer
ele tem dias
de pato ser
segunda-feira, dezembro 04, 2006
It just happens
A lot
Walk with me
And we will see
What we have got
e o gelo esse
preso numa conjugação passada
cada vez mais distante
de mim
de tido nosso nós

