quarta-feira, novembro 29, 2006
nunca ocorreu ser assim simplesmente feliz, de costas viradas aos dedos em dúvidas cruzados, hoje ocorreu agradecer a todos, aos ausentes e aos presentes, às lágrimas e aos sorrisos, enfim uma perfeita mãos largas, pese traçadas.e a ti
meu Amor,
aquele doce sorriso em nossos olhares contidos.
segunda-feira, novembro 27, 2006

sábado, novembro 25, 2006
Parabéns meu sonho que os teus realizem à mesma velocidade dos teus rabiscos, mundos de traços perfeitos, e consigas encher este mundo com toda a tua beleza e magia, quem me dera à mesma velocidade que os imaginas e extraordinariamente desenhas.
Parabéns meu doce anjinho,
Parabéns.
quinta-feira, novembro 23, 2006
B. Berenika
por um dia
alcançar rapidamente o dia seguinte ao próximo
antecipar em altura
não ser alta assim.
quarta-feira, novembro 22, 2006

hoje
ausente de cor
amanhã
a saltar entre riscas
porque não suporto
lacuna
/a falha/
hoje quero que domingo seja já
amanhã
terça-feira, novembro 21, 2006
repeat alwaYs
o som o mar e Tu, porque aquele é o meu lugar e não foi ao acaso que foi em Setembro, se ao último morri neste fizeste renascer, amo o mar, o movimento, o ar, o som, a areia e os pés, amo a forma como Tu contornas o meu ser em transparente, lês os meus sinais muito antes de sentir invadida, e sorrio como há muito só sorria para o mar.
a isto chamo a.mar, de jeito doce e calmo.
segunda-feira, novembro 20, 2006

vá vem!
pára de brincar às escondidinhas
a vida
é muito mais que isso
vem, volta lá a dar a mão.
sábado, novembro 18, 2006
Tal como te disse ontem, e em dias anteriores a ele, sim abuso nos repeats, são pequenas notas para mim, meros auxiliares de memória, a razão do bonzinho, que a tens, não irá por si só implicar o só, mas a isso teremos de acrescentar o factor tempo. só o tempo te explicará o que cega este actual momento.
hoje festejo ao truelly e ao amazing e a todos os escondidos, uns pela beleza aos outros a fraqueza, sim porque existe sempre um dia de juízo e de nada adianta esconder, por isso tu és especial pela forma como mesmo assim tens sabido contornar a partida brincalhona da vida, os tais 360º graus que um dia bateram à porta e entraram mesmo sem tu a abrires, e retirando o tapete dos teus pés.
A TI. Hoje. beijo-te a alma porque jamais imaginei que caísses assim perfeito. tens as negras normais de quem deu um valente trambolhão. é isso que eu vejo.
Um bem-haja a ti.
e a todos que enchem as almas com muito jeitinho.
sexta-feira, novembro 17, 2006

esses teus actos são muito mais que o que ousei sonhar, na noite que nos deixou, a mesma onde esses braços docemente souberam beijar este coração.
quinta-feira, novembro 16, 2006

até aquele sorriso, deus queira que na próxima as pernas descruzem e o sexo do bébé possas saber, sim! adorei esse momento e contigo meus olhos sorriram em alma, igualmente.
quarta-feira, novembro 15, 2006
terça-feira, novembro 14, 2006
segunda-feira, novembro 13, 2006
olha que entre a luz que espreita entre folhagens, estou sempre por aí, por aqui, à espreita, que importa planear, quando caires logo saberei que te fazer.
sim, odeio-te, letra por letra, como odiar fosse uma palavra suficientemente crescida, desenvolvida, madura capaz de suster todo o desprezo que sinto por ti.
na realidade pergunto, serão as palavras fortes o suficiente para aguentarem o seu significado,
no fundo a sua essência ?
como o azul profundo, onde certos seres morrem e renascem ...
quinta-feira, novembro 09, 2006

memórias
cheiros
o quintal
o alguidar
a água quente
as penas e a ave
o cheiro o som
o sangue e o alguidar
ainda hoje meus filhos, não comem canja de galinha... por mim feita.
domingo, novembro 05, 2006
lucky times
mY love

estranho
estranho
como só o estranho sabia ser,
porém, enquanto aguardava a boleia do vento,
deliciava a perfeita sintonia do relógio da igreja
peça rara e antiga
estranho o relógio nunca cansar
nem tédio ter
sempre ali às voltas
de voltas atinadas
estranho
são estes tempos de exs
descartáveis memórias
seria a culpa das rajadas
e, o relógio lá estava
no seu compasso passo
atinado ao momento
sem grandes ambições
apenas
feliz verdadeiro.
sábado, novembro 04, 2006

observo-te sem dares conta, estás longe distante, contudo presente.
sexta-feira, novembro 03, 2006
O oito entrou na sala afina voz debitando vezes sem conta
os benefícios de círculos perfeitos que forma em par
igualmente perfeito todos os números oito.
Todos restantes números escutam e em surdina resmungam
nonsenses.
era como se o doirado da luz proporcionasse os discursos pesados

sentimentos fortes, e todas as partículas escutavam
bebiam e bebiam para além de soberbos infinitos, de oitos deitados.
Era dado o início à época das limpezas e arrumações
o culto da morte deveria ser modificado perder o fado
no fundo as perdas a serem realmente perdas
reflectiam algo que jamais existiu.
e o ciclo fecha perfeito.
Sem rancores sem nada.
Os olhos visualizavam constantemente certas falhas,
o aconchego, relembrava o sorriso no canto direito de frente ao polvo
relembrava os pulos dele e o passar a esquerdo
como num passo de magia, desapareceu
ou porque ainda não era o seu tempo perfeito.
Saber esperar é de facto uma mais valia
mesmo quando nem sabes que o é
e é quando por impulso cedes e aceitas
abres portões.
São horas clap clap clap
consertar é importante e guardar
eliminar o menos possível
arrumar é a palavra de ordem, como um bom coleccionador
uma estante onde vais guardando este e aquele objecto
um livro querido, um CD amigo ou um doce postal
Estás num circo, o megafone anuncia a entrada e saída dos artistas
nas arrumações o mesmo sucede mas o respeito mesmo pelo estragado
é algo que devias não esquecer
e cais no erro denunciando-te sistematicamente
esquecendo que basta uma palavra um número
foi o que a pré arrumação proporcionou ao longo dos séculos
páginas e páginas
nada de novo
nos tempos que correm muito pouco inventamos
tomara ao oito ter um desvio e seguir em linha recta por um dia.

quando menos esperas acordas,
duas e meia da madrugada lá fora um pássaro canta,
estranho reflectes,
quando menos esperas acordas
apanhar uma palavra um número menos feliz
que cai no chão no mesmo sitio onde um dia
desesperado o tinhas encontrado.
apertar e respirar ou estrangular simplesmente
esse sim é sábio
os espectadores não!
esses coleccionam
como as formigas um bocadinho a todo o instante.
é como a porta que tanto serve para abrir ou fechar
tudo sempre na mão de um número.
e um dia, ainda será dia para saber
que pedra prendeu sistematicamente a engrenagem
mas por hora não
tinha outros assuntos importantes a fazer
e o pássaro de certa forma dizia
a vida não é só isto
não deve ser apenas números
apetecia limpar, arrumar, apagar
deitou-se em pleno chão da cozinha
sempre gostou daquele frio da tijoleira vermelha.
as empatias ainda existem
certas, mesmo as ausentes em terras distantes
dizia eu, obrigada amor, tens razão:
são os actos, o alimento dos medos
crescem ou morrem









